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	<title>Leonardo Mulinari</title>
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	<description>cirurgia cardiovascular</description>
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		<title>Menor paciente operado no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jul 2014 12:47:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[agenciazero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Com 13 dias, Yugo Ferreira se submeteu a uma cirurgia cardíaca contra uma infecção adquirida na maternidade  Marcos Borges/Folha Imagem Yugo Ferreira, de sete meses, que teve uma infecção grave no coração JULLIANE SILVEIRADA REPORTAGEM LOCAL O pai preferiu esperar no carro e a mãe ficou em pé no corredor do hospital durante as três horas em...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b style="color: #000000;">Com 13 dias, Yugo Ferreira se submeteu a uma cirurgia cardíaca contra uma infecção adquirida na maternidade </b></p>
<table width="320">
<tbody>
<tr>
<td>Marcos Borges/Folha Imagem<br />
<img src="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/images/h2103201001.jpg" alt="" border="0" /></td>
<td valign="bottom"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="color: #000000;"><i>Yugo Ferreira, de sete meses, que teve uma infecção grave no coração</i></span><span style="color: #000000;"> </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><b style="color: #000000;">JULLIANE SILVEIRA</b><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">DA REPORTAGEM LOCAL </span><br style="color: #000000;" /><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">O pai preferiu esperar no carro e a mãe ficou em pé no corredor do hospital durante as três horas em que o recém-nascido Yugo Nakaba Ferreira, hoje com sete meses, permaneceu na sala de cirurgia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O bebê, que tinha 13 dias de vida, pesava pouco menos de um quilo e media 43 cm, ficou com o coração e o pulmão parados por meia hora para que a equipe médica pudesse tratar com mais precisão uma válvula cardíaca que estava infeccionada e prejudicava a circulação sanguínea.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Durante uma hora e meia, seu sangue foi desviado para uma máquina que fez o papel dos órgãos em repouso -de bombeamento e oxigenação do sangue-, técnica conhecida como circulação extracorpórea.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os médicos acreditam que Yugo seja a menor criança do Brasil que sobreviveu a esse tipo de cirurgia. &#8220;O menor do mundo pesava 700 g, então estamos perto. A agressão é maior quanto menor é o peso. Toda vez que o sangue circula fora dos vasos, o organismo interpreta que o fluido está fora e desencadeia uma série de respostas inflamatórias que começam a trazer alterações em todo o metabolismo&#8221;, explica o cirurgião Leonardo Mulinari, responsável pelo Serviço de Cirurgia Cardíaca do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), onde Yugo se operou.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;Falaram que era um procedimento muito complicado: o coração do meu filho tinha o tamanho de uma moeda de R$ 1. Sem a operação, ele morreria&#8221;, diz o técnico em funilaria Ezequias Ferreira, 38. &#8220;Mas nenhum médico falou com segurança sobre a possibilidade de ele viver, para ficarmos mais tranquilos. Ainda assim, era melhor arriscar.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Na Eslovênia a trabalho, Ezequias recebeu a distância a notícia de que Yugo havia nascido prematuramente, na 30ª semana de gestação. Voltou para o Brasil no mesmo dia.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Yugo passou os primeiros dez dias na UTI da maternidade, quando foi diagnosticada endocardite infecciosa -uma infecção na parte interna do coração, que comprometeu uma das válvulas cardíacas do lado direito, responsável por direcionar o fluxo de sangue.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Esse tipo de infecção é raro, mas muito grave, e frequentemente leva à indicação de cirurgia, já que dificilmente antibióticos conseguem combater o problema. Provoca aumento dos batimentos cardíacos e febre e ocasiona redução da pressão arterial.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O problema ocorreu na maternidade onde Yugo nasceu. Por ser prematuro, ele recebia soro por meio de um cateter, que entrava em seu organismo pelo umbigo e caminhava até o coração. A contaminação do cateter ocasionou a infecção na parte interna do coração, no lado direito do órgão.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;Todo o processo foi impactante. Quando fui vê-lo, soube que era muito pequeno, mas tinham me dito que daria tudo certo. Mas, com a infecção, tivemos de levá-lo com urgência para outro hospital, e a forma como falaram com a gente não dava muita esperança&#8221;, conta Ezequias.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Durante a cirurgia, foi retirada a parte infeccionada da válvula, localizada no lado direito do coração. A recuperação dependeria da capacidade de o organismo de Yugo se adaptar à agressão da cirurgia e de o coração conseguir trabalhar com a nova anatomia da válvula.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O corpo de Yugo respondeu bem ao procedimento, mas, no segundo dia após a cirurgia, os médicos identificaram outra infecção no coração, localizada no lado esquerdo. Por ainda estar muito debilitado, o menino não poderia passar por uma nova operação.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;Foi uma surpresa. Era como se tivéssemos voltado à estaca zero. A chefe da UTI neonatal já veio falando para termos fé e rezar&#8221;, lembra a mãe, a bancária Tiyomi Nakaba, 36.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Uma junta médica estudou o caso e decidiu usar diferentes tipos de antibiótico para combater o problema. A área infeccionada reduziu-se gradativamente durante um mês -foram três, no total, até Yugo receber alta. Durante esse período, a família passava o dia com ele, mas tinha de ir embora à noite, já que ele ficava na UTI.</span></p>
<p><br style="color: #000000;" /><span style="color: #000000;">&#8220;A alta foi muito esperada. Quando recebemos a notícia, no entanto, ao mesmo tempo em que deu um alívio fiquei baqueada, porque no hospital o bebê estava sendo cuidado. Em casa eu tinha certeza de que ele dependeria só de mim e de meu marido&#8221;, diz a mãe.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;Olho para ele e lembro quando ele estava na incubadora, quando a gente não tinha a mínima expectativa de que ele sairia vivo. Os médicos foram muito competentes. Milagres acontecem&#8221;, resume o pai.</span></p>
<p style="color: #25313c;"><strong>Informações</strong></p>
<p style="color: #25313c;"><strong>Equipe Cirúrgica coordenada pelo médico<a style="color: #316eaf;" href="http://lattes.cnpq.br/7846255498315270"> Leonardo Mulinari</a> </strong>(CRM: 9999)</p>
<p style="color: #25313c;"><strong>Telefone:</strong> (41) 3018-9911<br />
<strong>Atendimento:</strong> Das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira<br />
<strong>Endereço:</strong> Rua Emiliano Perneta, 466 &#8211; Sala 1702 &#8211; Centro<br />
<strong>E-mail: </strong><a style="color: #316eaf;" href="mailto:cirurgia.mulinari@hpp.org.br">cirurgia.mulinari@hpp.org.br</a></p>
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		<title>Hospital Infantil é referência em cirurgias cardíacas</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2014 19:20:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[agenciazero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[No mês de abril de 2013, o Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, de Joinville, da Rede Estadual de Saúde, iniciou a implantação de um projeto para tornar-se referência nos atendimentos na área de cirurgia cardiovascular pediátrica. No período de um ano, foram realizadas 220 cirurgias em pacientes com faixa etária que vai desde recém-nascidos...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No mês de abril de 2013, o Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria, de Joinville, da Rede Estadual de Saúde, iniciou a implantação de um projeto para tornar-se referência nos atendimentos na área de cirurgia cardiovascular pediátrica. No período de um ano, foram realizadas 220 cirurgias em pacientes com faixa etária que vai desde recém-nascidos até os 18 anos incompletos.</p>
<p>O novo momento das cirurgias cardíacas para crianças e adolescentes no Hospital Infantil foi motivado pela decisão da Secretaria de Estado da Saúde de transformar a unidade em um centro de referência da especialidade, com cerca de 20 procedimentos por mês. Em comparação ao mesmo período do ano anterior, a quantidade de procedimentos dobrou.</p>
<p>De acordo com a diretora geral do Hospital Infantil, Irmã Ivete Negreli, os resultados obtidos têm superado as expectativas. “O alto grau de complexidade das cirurgias e o grande índice de recuperação apresentado pelos pacientes nos dão a certeza que estamos trilhando o caminho certo”, destaca a diretora.</p>
<p>A ampliação do serviço teve impacto em diversos setores do hospital e exigiu uma reestruturação da parte técnica e da estrutura disponível, além da aquisição de equipamentos e treinamento para a equipe. O avanço mais significativo foi a inauguração da UTI Cirúrgica, que garante aos pacientes local adequado e atenção integral no pós-operatório.</p>
<p>A equipe de trabalho é composta por seis cirurgiões cardíacos, coordenados pelo médico Leonardo Andrade Mulinari, além da equipe clínica de quatro cardiologistas. No suporte aos pacientes após a realização dos procedimentos, sete médicos atuam em regime de plantão 24 horas por dia na UTI Cirúrgica. Durante o período de internação, o paciente também recebe atendimento da equipe multidisciplinar e cuidados da enfermagem.</p>
<p>A pequena Rebeca Fachinni, de dois anos, foi uma das pacientes submetidas a uma operação cardiovascular no Hospital Infantil. “A batida do coração da Rebeca hoje é outra, minha filha mudou depois da cirurgia. Hoje ela pode brincar, se alimentar e se desenvolver normalmente”, conta Meibel Andreia da Silva Fachinni, mãe da paciente.</p>
<p>O Hospital Infantil Dr. Jeser Amarante Faria faz parte da rede de hospitais da Secretaria de Estado da Saúde e atua desde 2008 sob a gestão da Organização Social Hospital Nossa Senhora das Graças. Todos os atendimentos oferecidos pela unidade são gratuitos e custeados pelo SUS, com apoio do Governo do Estado de Santa Catarina.</p>
<p><strong>Informações adicionais para a imprensa</strong><br />
Ana Paula Bandeira<br />
Assessoria de Comunicação<br />
Secretaria de Estado da Saúde<br />
E-mail:  <a href="mailto:anap@saude.sc.gov.br">anap@saude.sc.gov.br</a><br />
Telefone: (48) 9113-6065</p>
<p>fonte: <a title="http://www.sc.gov.br/index.php/mais-sobre-saude/7284-hospital-infantil-de-joinville-e-referencia-em-cirurgias-cardiacas" href="http://www.sc.gov.br/index.php/mais-sobre-saude/7284-hospital-infantil-de-joinville-e-referencia-em-cirurgias-cardiacas" target="_blank">http://www.sc.gov.br/index.php/mais-sobre-saude/7284-hospital-infantil-de-joinville-e-referencia-em-cirurgias-cardiacas</a></p>
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