Cirurgia Cardiovascular

Cirurgias cardiovasculares em pacientes pediátricos

A equipe coordenada pelo Dr. Mulinari é referência nacional no tratamento cirúrgico de doenças cardíacas na infância. Possui experiência vasta, mais de 450 casos/ano, com diversos casos operados

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em todo o espectro das cardiopatias congênitas.

Persistência do canal arterial – PCA

O Canal Arterial é parte normal da circulação fetal na vida intra-uterina. Conecta a aorta à artéria pulmonar, permitindo antes do nascimento o desvio do fluxo de sangue da circulação direita para a aorta. Ao nascimento, o canal arterial deve, normalmente, se fechar. Caso permaneça aberto, tem-se uma cardiopatia conhecida como Persistência do Canal Arterial, que permite o desvio de sangue da aorta (circulação sistêmica) para a artéria pulmonar, levando ao aumento do fluxo de sangue para os pulmões e queda da circulação de sangue para o corpo. Seu tratamento cirúrgico consiste na ligadura (costura) deste canal, por uma mínima abertura lateral no tórax e muitas vezes por acesso extra-pleural, que evita a colocação de drenos no pos-óperatorio.

Comunicação interatrial – CIA

O septo interatrial é uma estrutura que separa internamente duas das câmaras do coração: o átrio direito do átrio esquerdo. Uma falha do tecido que forma esta estrutura dá origem a uma comunicação entre estas câmaras, conhecida como comunicação interatrial. Esta comunicação permite uma mistura anormal do sangue entre o lado esquerdo e o lado direito do coração, ocasionando sobrecarga de volume e aumento do fluxo do sangue para a circulação pulmonar. O tratamento cirúrgico consiste na reconstrução deste segmento ausente, permitindo a separação entre os átrios. Isso pode ser feito por diversas técnicas, inclusive por cirurgia minimamente invasiva.

Comunicação interventricular – CIV

O septo interventricular separa o ventrículo direito do ventrículo esquerdo, estruturas fundamentais para o adequado funcionamento do coração. A ocorrência de orifícios neste septo interventricular leva a ocorrência da comunicação interventricular, cardiopatia em que o sangue de um ventrículo se mistura ao do outro, provocando considerável aumento de fluxo para a circulação pulmonar (hiperfluxo), podendo secundariamente levar a uma alteração da circulação pulmonar chamada de hipertensão pulmonar. A correção cirúrgica desta cardiopatia consiste em reconstruir, em geral com o emprego de alguns materiais, a integridade do septo interventricular, redirecionando o fluxo de sangue da forma fisiologicamente correta.

Coarctação da Aorta – CoAo

A coarctação da aorta é um estreitamento congênito da aorta, normalmente localizado logo após a origem da artéria subclávia esquerda, próxima à porção onde encontra-se o canal arterial. Possui várias formas de apresentação, que variam em gravidade, acometendo desde crianças recém nascidas até crianças maiores ou adultos. O tratamento cirúrgico, que pode ser feito por diversas técnicas que visam corrigir este estreitamento, restituindo o adequado fluxo de sangue para o corpo.

Tetralogia de Fallot

A tetralogia de Fallot é uma cardiopatia congênita cianogênica de hipofluxo pulmonar, caracterizada classicamente por quatro alterações: presença de comunicação interventricular, obstrução da via de saída do ventrículo direito, hipertrofia ventricular direita e dextroposição da aorta. Compreende uma cardiopatia com um espectro variável de gravidade, indo desde formas leves até apresentações bastante graves. Seu tratamento cirúrgico requer extenso conhecimento desta variabilidade de apresentações, para que a abordagem em cada caso seja a mais adequada. Divide-se em cirurgias paliativas e em cirurgias de correção definitiva. As cirurgias paliativas consistem em melhorar a oferta do fluxo de sangue para a circulação pulmonar, através das chamadas anastomoses sistêmico-pulmonares. As técnicas de correção definitiva visam a reparar os defeitos cardíacos presentes, como correção da comunicação interventricular e reconstrução da via de saída do ventrículo direito, que na tetralogia de Fallot encontra-se com graus variados de obstrução.

Anomalia de Ebstein

A anomalia de Ebstein é uma cardiopatia congênita caracterizada por má formação complexa do coração, principalmente do lado direito. Funcionalmente a doença se manifesta mais comumente com insuficiência da valva tricúspide e presença de arritmias. Cursa com sintomas que podem ir de leves a grau importante de insuficiência cardíaca. O tratamento cirúrgico ideal consiste em devolver a funcionalidade à valva tricúspide, bem como ao ventrículo direito. Inúmeras são as técnicas empregadas para isso. A abordagem e o tratamento das arritmias devem sempre ser considerados. Pela complexidade da decisão e abordagem cirúrgica, requer profissionais especializados ao manejo desta cardiopatia. A equipe do Dr. Mulinari tem vasta experiência, sendo referência para o tratamento destes pacientes.

Defeito do septo atrioventricular

O defeito do septo atrioventricular, também conhecido como Canal Atrioventricular, é uma cardiopatia acianótica de hiperfluxo pulmonar que resulta do desenvolvimento anormal do chamado coxim endocárdico. Nesta patologia, uma parte do septo interatrial e uma parte do septo interventricular estão incompletas, o que pode ocasionar comprometimento associado das valvas mitral e tricúspide, que se apresentam como uma única válvula ao invés de duas. A correção cirúrgica é complexa e visa a reconstrução dos septos interatrial e interventricular e a separação desta valva única em duas valvas: a valva mitral e a valva tricúspide. Exige amplo conhecimento anatômico do coração e domínio de técnicas de plastia valvar.

Transposição das Grandes Artérias

É uma cardiopatia congênita grave em que a aorta e a artéria pulmonar encontram-se invertidas, com a aorta originando-se do ventrículo direito e a artéria pulmonar originando-se do ventrículo esquerdo. O tratamento cirúrgico idealmente deve ser realizado ainda nos primeiros dias de vida, para que este defeito seja anatomicamente corrigido e com isso as circulações sistêmica e pulmonar passem a ocorrer de forma normal. Exige equipe altamente especializada, capacitada ao manejo tanto  trans-operatório como de pós-operatório.

Fisiologia Univentricular

Uma série de cardiopatias graves apresenta-se anatômica e funcionalmente com um dos ventrículos hipoplásicos ou ausentes.  São os chamado Ventrículos Únicos. São cardiopatias cianóticas e que apresentam uma variedade de malformações cardíacas, sendo o seu tratamento cirúrgico estritamente individualizado de acordo com cada situação e geralmente sendo consistido de vários estágios. Pode incluir a realização de anastomoses sistêmico pulmonar ou bandagem do tronco pulmonar, numa fase inicial, seguida da operação de Glenn ou anastomose cavopulmonar parcial em um segundo momento e a operação de Fontan ou conexão cavopulmonar total em um terceiro estágio. Operações mais complexas, dependendo do caso, podem ser propostas nos primeiros dias de vida, como a operação de Damus-Kaye-Stansel. O transplante cardíaco muitas vezes é proposta final para este grupo de cardiopatias.

Distúrbios do Ritmo Cardíaco

As alterações do ritmo cardíaco, conhecidas tecnicamente como arritmias, podem apresentar-se por arritmias com frequência alta (taquiarritmias) ou frequência baixa (bradiarritmias). Tais arritmias podem ser tratadas cirurgicamente pelo implante de dispositivos que regulam ou normalizam o ritmo cardíaco ou ainda que melhoram a força de contração do coração, que são os marcapassos cardíacos, os cardiodesfibriladores implantáveis e os ressincronizadores cardíacos. O implante destes dispositivos em crianças requer o domínio de técnicas que superem as limitações impostas pelo baixo peso, pelas alterações anatômicas e/ou pelas restrições vasculares destes pacientes pediátricos.

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